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JORNALSIN - Jornalismo Sistema de Informação  
JornalSIN

QUANDO A INFORMAÇÃO EXISTE

Há um terreno pouco explorado pelos meios de comunicação. O debate.

Um assunto é visto superficialmente, sem saber o que o motivou. As partes são vistas separadas, deslocadas para que o “problema em si não seja visto”. Como as peças de um relógio que se encaixam e fazem o tempo seguir. Ou é o tempo que nos segue?

Um mundo melhor é possível, todos sabem disso, mas um número ínfimo de pessoas contribui para que ele vire realidade.

A informação dos chamados “tempos modernos” peca pela abordagem tosca. Não é porquê a nossa vida virou numa correria desenfreada que a comunicação precisa ser tratada da mesma forma. Muito se diz, pouco se comunica.

O Jornalsin surge nesse ambiente ‘comunicacional’ para ser lido ou não. Para ser visto   democraticamente e proporcionar um espaço de troca de idéias, onde todas as partes envolvidas aprendam.

Temos o direito de criticar (não apenas os pontos ruins, mas os bons também), debater, provocar a reflexão. Observamos o que nos mostram e repassamos nossa visão do que acontece.

Cada ser é único e respeitamos essa individualidade.

JornalSIN: Jornalismo Sistema de Informação.

Quando a informação existe, tudo o que mais for existe também.

Seja bem vindo ao mundo da comunicação!

A Ponte da Notícia

Sempre  existe algum fato novo ainda não contado. Mas, certamente o mais importante é que se possa compreender as coisas que nos cercam para que possamos analisá-las no intuito de estabelecer uma comunicação; assim como uma ponte que une as duas margens de um rio, também podemos ser a ponte da informação, fazendo a ligação da notícia com a sociedade. Há um leque vasto de situações que podem ocorrer ao se atravessar uma ponte, pois mesmo que se tenha um único sentido a ser traçado, o mesmo poderá ser feito de muitas formas diferentes, tornando-o fácil ou difícil dependendo de pessoa para pessoa. A “ponte” passa pelo rio, e no próprio rio pode estar uma grande notícia pois, “quando um homem bebe água de um rio não é notícia, mas quando a água de um rio ‘engole’ uma pessoa então é notícia”. E nós estamos aqui para transmitir tudo o que acontecer dentro e fora desta PONTE.

Por Evandro Duarte

Aquele Abraço

Dois grandes amigos se encontram na fila do banco:

- Opa!

- E aí Osvaldo. Como vai?

- Ah... Na mesma. Meu dia não tá sendo dos melhores. Ninguém tem mais respeito por ninguém. O segurança já me olhou com cara feia porque a porta giratória trancou na minha vez. Imagina... Vê se eu tenho cara de ladrão? E ainda vou ter que aturar o mau humor do caixa.

- Pois é. Esse mundo é louco mesmo... E coitada da velhinha lá fora pedindo esmola, ninguém ajuda. Eu dei uns centavos, mas fiz a minha parte. Se desde o começo o ser humano tivesse mais amor pelo próximo, as coisas não estavam assim, de ponta cabeça.

- É verdade. Mas e aí, Pereira, como tá a família?

- Está bem. A Laurinha foi morar nos Estados Unidos.

- Tá certo. Aquilo que é país de verdade. Lá as pessoas são civilizadas. Não é essa balbúrdia do Brasil... Opa! Tão chamando meu número. Tenho que pagar as contas!

E, com um leve tapinha nas costas, se despedem:

- É isso aí... Um abraço, Osvaldo.

- Um abraço, Pereira.

Por Tiago Masutti

- Opa!

- E aí Osvaldo. Como vai?

- Ah... Na mesma. Meu dia não tá sendo dos melhores. Ninguém tem mais respeito por ninguém. O segurança já me olhou com cara feia porque a porta giratória trancou na minha vez. Imagina... Vê se eu tenho cara de ladrão? E ainda vou ter que aturar o mau humor do caixa.

- Pois é. Esse mundo é louco mesmo... E coitada da velhinha lá fora pedindo esmola, ninguém ajuda. Eu dei uns centavos, mas fiz a minha parte. Se desde o começo o ser humano tivesse mais amor pelo próximo, as coisas não estavam assim, de ponta cabeça.

- É verdade. Mas e aí, Pereira, como tá a família?

- Está bem. A Laurinha foi morar nos Estados Unidos.

- Tá certo. Aquilo que é país de verdade. Lá as pessoas são civilizadas. Não é essa balbúrdia do Brasil... Opa! Tão chamando meu número. Tenho que pagar as contas!

E, com um leve tapinha nas costas, se despedem:

- É isso aí... Um abraço, Osvaldo.

- Um abraço, Pereira.

Por Tiago Masutti

- Opa!

- E aí Osvaldo. Como vai?

- Ah... Na mesma. Meu dia não tá sendo dos melhores. Ninguém tem mais respeito por ninguém. O segurança já me olhou com cara feia porque a porta giratória trancou na minha vez. Imagina... Vê se eu tenho cara de ladrão? E ainda vou ter que aturar o mau humor do caixa.

- Pois é. Esse mundo é louco mesmo... E coitada da velhinha lá fora pedindo esmola, ninguém ajuda. Eu dei uns centavos, mas fiz a minha parte. Se desde o começo o ser humano tivesse mais amor pelo próximo, as coisas não estavam assim, de ponta cabeça.

- É verdade. Mas e aí, Pereira, como tá a família?

- Está bem. A Laurinha foi morar nos Estados Unidos.

- Tá certo. Aquilo que é país de verdade. Lá as pessoas são civilizadas. Não é essa balbúrdia do Brasil... Opa! Tão chamando meu número. Tenho que pagar as contas!

E, com um leve tapinha nas costas, se despedem:

- É isso aí... Um abraço, Osvaldo.

- Um abraço, Pereira.

Por Tiago Masutti